quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Primeiro Contato

Esta é a primeira postagem do semanário do Canto Livre e gostaria que você soubesse, caro leitor, que nosso objetivo é contar-lhe nossos propósitos e os progressos da obra e Deus e também fazer chegar até você palavra de Deus para a sua vida, espero que você goste.

Fique com Deus e com um pouquinho da história do Canto Livre.


CANTO LIVRE, UMA HISTÓRIA

No Início, uma fogueira

Todo mundo que foi jovem em uma igreja evangélica conhece o culto da fogueira feito em acampamentos de jovens. O Canto Livre nasceu em volta de uma fogueira que não pegou na Páscoa de 1992.
Não houve jeito de acender aquela fogueira, os diáconos tentaram, o Abimael tentou, o Pastor Jabes tentou e terminou por levar a todos para um galpão onde o culto aconteceu. Mas em volta da fogueira ficaram alguns jovens – Teimosos? – que acabaram por acender a fogueira e em volta dela partilharam seus sonhos e o fruto deste sonhar coletivo é o Canto Livre.
Estavam naquela fogueira José Junior, Wagner e Fátima, José Carlos e Fátima, e Diná. O resumo dos nossos sonhos incluía um espaço de integração para aqueles que se consideravam ou eram considerados sem talento, queríamos também um espaço que não fosse marcado por uma euforia infanto-juvenil, queríamos realizar o propósito de Deus em nossas vidas.

Desenvolvendo Talentos e a Comunhão

Nos primeiros três meses após o acampamento apenas ficamos juntos, como um grupo de amigos que queria algo com Deus, mas sem muito saber o que. Por volta de setembro acabou se cristalizando a vontade de desenvolver o talento musical. Levamos três meses para ensaiar a primeira música cantada num culto de mocidade totalmente desafinada.
Nesta época já tinham se juntado ao grupo a Wanda e o Edson e as idéias de qual é a nossa missão foram forjadas. Entre outras coisas queríamos um grupo democrático e auto-gerido, tão democrático que nos próximos 6 anos não teria liderança formal. Outra idéia importante é que Deus nos chamou para servir primeiro aos pequenos, além disto como critério de inclusão nós privilegiaríamos o compromisso em detrimento do talento.
Nos próximos 3 anos não tínhamos nome mas cantamos em muitas pequenas igrejas e gastamos nosso tempo e dinheiro aprendendo a cantar e a servir. Até que o Pr. Daniel nos chamou a primeira vez para cantar na Escola Dominical, o que fizemos por quase um ano e que nos levou a encarar a necessidade de termos um nome. Escolhemos Canto Livre, porque queríamos uma música liberta de preconceitos quanto a estilos, ambições, e porque então éramos só cantores. Mas escolhemos Canto Livre também porque expressava a idéia de um espaço nosso, de um trabalho nosso, de uma visão de Deus dada à nós.

Uma liderança para crescer

Tendo trabalhado na igreja principalmente com o Pr. Daniel em cultos de semana e na Escola Dominical chegamos à 98 com um desafio: - A Igreja, os pastores, e os novos membros do grupo tinham dificuldade de lidar com um estilo colegiado de governo. Precisávamos mudar para crescer sem nos descaracterizar.
Escolhemos uma liderança exercida por uma dupla de líderes ( Wagner e José Junior ), mais um secretário ( Diná ) e um tesoureiro ( Lília ). E sob esta liderança e as que vieram depois desta Deus nos fez crescer.
A visão que estamos querendo concretizar é de um Ministério de Louvor, com atividades de serviço, com atividades de ensino, e com atividades de evangelismo.
E a nossa declaração de fé é que cremos antes de tudo estar realizando a visão de reino que Deus nos deu.